PROMEJA - União dos Palmares
sexta-feira, 30 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
PISO SALARIAL DO PROFESSOR
O Ministério da Educação (MEC) reajustou no dia (27/03/12)
o piso do magistério em 22,22% - o valor, válido para este ano, passou
agora para R$ 1.451. Isso significa que todas as redes públicas de
ensino do País devem pagar no mínimo essa quantia para um professor que
faz jornada de 40 horas semanais. O pagamento do piso é retroativo ao
mês de janeiro.
O anúncio foi feito hoje, por meio do site do Ministério. O reajuste é determinado pela Lei 11.738, de 2008. Em 2011, o aumento havia sido de 15,85%, o que fez com que o piso subisse para R$ 1.187,14. Segundo o MEC, a correção do piso acompanha a variação do valor anual mínimo por aluno, que é definido pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) do período.
A discussão da Lei do Piso já foi parar no Supremo Tribunal Federal que, no ano passado, considerou-a constitucional. Algumas redes pagam valores acima do estipulado. Na rede estadual de São Paulo, o piso para a 40 horas é de R$ 1.894,12. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
alagoasweb //O anúncio foi feito hoje, por meio do site do Ministério. O reajuste é determinado pela Lei 11.738, de 2008. Em 2011, o aumento havia sido de 15,85%, o que fez com que o piso subisse para R$ 1.187,14. Segundo o MEC, a correção do piso acompanha a variação do valor anual mínimo por aluno, que é definido pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) do período.
A discussão da Lei do Piso já foi parar no Supremo Tribunal Federal que, no ano passado, considerou-a constitucional. Algumas redes pagam valores acima do estipulado. Na rede estadual de São Paulo, o piso para a 40 horas é de R$ 1.894,12. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
agência estado
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Foi publicado no dia 27 do corrente mês em site união dos Palmares, na revista científica internacional Zootaxa (edição online), o artigo de descrição de uma nova espécie de lagarto da Mata Atlântica alagoana. Com o nome científico de Coleodactylus elizae, este réptil representa como a biodiversidade nos escassos e restritos remanescentes de florestas em Alagoas pode revelar-se magnificamente em meio a toda a devastação à qual vem sendo submetida.
As espécies do gênero Coleodactylus (Família Sphaerodactylidae) são representadas por lagartixas de hábitos diurnos, com menos de 6 cm de comprimento total, que se distribuem na América do Sul, inclusive na Cordilheira dos Andes. Com essa nova descoberta, o gênero possui agora seis espécies, sendo duas amazônicas (C. amazonicus e C. septentrionalis), uma do Cerrado (C. brachystoma) e três da Mata Atlântica (C. meridionalis, C. natalensis e C. elizae).
O registro dessa descoberta foi feito em agosto de 2004, durante uma das expedições de biólogos e estudantes do curso de Ciências Biológicas da UFAL. A área de estudo foi um remanescente de mata, conhecido como Serra da Saudinha, localizado no distrito de Ipioca, zona rural do município de Maceió. Toda a região é cercada por canaviais da Usina Cachoeira do Meirim, que fornecia apoio logístico e acompanhamento durante as expedições. Alguns estudantes e pesquisadores foram importantes para a execução dessas excursões: Ubiratan Gonçalves, Selma Torquato, George Sena, Filipe Augusto, Gabriel Skuk, Katyuscia Vieira, Edinaldo Nascimento, Everson Santos, Gabriela Quintela, dentre outros.
Os três espécimes coletados de C. elizae foram analisados e tombados na coleção herpetológica (de anfíbios e répteis) do Setor de Zoologia do Museu de História Natural da UFAL (MHUFAL). Localizado na Rua Aristheu de Andrade, Farol (próximo à sede da Tv Gazeta), o MHUFAL vem desenvolvendo várias linhas de pesquisas com plantas, animais invertebrados, peixes, aves, mamíferos, anfíbios e répteis, dentre outros, durante as últimas décadas. Dessas pesquisas já renderam vários trabalhos de conclusão de cursos de graduação, monografias de especialização, dissertações de mestrado e teses de doutorado, além de publicações em congressos nacionais e internacionais, em revistas e periódicos científicos.
O nome da nova espécie foi escolhido em homenagem à Dra. Eliza Mª Xavier Freire, herpetóloga, professora e pesquisadora da UFRN, que nas décadas de 1980 e 90 desenvolveu vários trabalhos no MHUFAL, contribuindo consideravelmente para o desenvolvimento das pesquisas científicas em Alagoas. A sugestão partiu do coautor desse artigo, Dr. Gabriel Omar Skuk Sugliano (in memoriam), que também era herpetólogo, professor e pesquisador da UFAL.
Vale ressaltar que este trabalho, mesmo isoladamente, representa um pouco da dimensão da biodiversidade de nossos remanescentes florestais. Mesmo com uma área atual que se limita a cerca de 10% da cobertura original, a Mata Atlântica alagoana precisa ser mais bem preservada, visto que a conservação dos padrões naturais é importante para a obtenção de um equilíbrio ecológico. A carência e a limitação nos investimentos com pesquisas científicas remete à manutenção do ocultismo em relação à real importância a ser direcionada para as causas ambientais. Achados e revelações de novas espécies podem ajudam a encaminhar olhares mais críticos e sérios em relação à dimensão da biodiversidade, que mesmo tão afetada negativamente, “insiste” em revelar sua imponência e magnitude.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Histórico da Educação de Jovens e Adultos
A trajetória da educação de jovens e adultos no Estado de Alagoas esteve sempre atrelada a campanhas nacionais ou nelas inspirada, cujos objetivos foram sempre ensinar as pessoas jovens e adultas a lerem e a escreverem o próprio nome, em menor espaço de tempo possível. Como exemplo, registram-se as diversas campanhas desencadeadas em diferentes momentos da história da
educação brasileira, como a de 1947, no governo de Gaspar Dutra,
passando pelo Movimento Brasileiro de Alfabetização – MOBRAL, durante a
ditadura militar, até o Programa Alfabetização Solidária – PAS, em 1997, no governo Fernando Henrique Cardoso. As campanhas aliaram-se aos déficits do atendimento no Ensino Fundamental, provocando o aumento em números absolutos de jovens e adultos analfabetos, dificultando o acesso e a conclusão da escolaridade mínima garantida constitucionalmente a todo cidadão brasileiro. Esse tipo de atendimento, além de frustrar as expectativas da população em escolarizar-se, confere, ao Estado de Alagoas, as piores posições nas estatísticas educacionais da região Nordeste e do País. Em termos de oferta de Educação de Jovens e Adultos, em Alagoas, somente têm fugido desse modelo tradicional alguns poucos ensaios isolados que, infelizmente, não conseguem ter continuidade e, conseqüentemente, efetividade, por ausência total de políticas públicas capazes de garantir regularidade e permanência no que se tem esboçado.
A proposta de inclusão da Educação de Jovens e Adultos no Plano Estadual de Educação fundamenta-se na concepção de alfabetização de caráter e natureza populares, que supera a idéia de campanhas emergenciais e compensatórias. As campanhas de alfabetização no Brasil sempre consideraram o analfabetismo como um mal a ser combatido, em períodos estanques.
Na concepção defendida nesta proposta, o Estado responsabiliza-se pela exclusão escolar dos jovens e adultos analfabetos, assumindo junto com a sociedade civil organizada a promoção da escolarização desse segmento da população. Nessa perspectiva, o analfabetismo é visto como conseqüência da exclusão social, que deve ser superado, por meio de políticas de educação que devem garantir a permanência na escola, até a conclusão do ensino médio.
Assim, a alfabetização inserida na concepção de letramento[1] , compreende duas dimensões:
a) uma individual, que envolve os aspectos relativos ao processo de apropriação da base alfabética da linguagem na modalidade escrita.
b) e outra sociocultural, que se refere às possibilidades e variedades de uso da leitura e da escrita na vida social, respondendo às suas necessidades, em diferentes contextos e com diferentes objetivos e interlocutores.
Dessa forma, estamos assumindo a alfabetização ao longo dos anos de estudos como parte da
política de Estado, garantindo, assim, o direito subjetivo expresso na
Constituição de 1988, no seu artigo 208, que assegura a todos os cidadãos brasileiros, independentes de idade, o direito à escolarização fundamental. Esse direito, em sendo um direito social, é também um direito humano.
Entre os resultados apresentados pela Primeira Pesquisa Nacional sobre Alfabetismo[2] (2001), a escolaridade representa um fator decisivo na promoção do letramento da população, pois, somente as pessoas que cursaram pelo menos a oitava série apresentaram domínio das habilidades de leitura e escrita, fazendo uso mais intenso e diversificado em vários contextos.
A trajetória da educação de jovens e adultos no estado de Alagoas foi sempre, como já assinalado, atrelada a campanhas nacionais. Como exemplo, temos campanhas estaduais concomitantes desencadeadas em diferentes momentos da história de Alagoas.
Concepção Metodológica
A EJA é uma noção da teoria do conhecimento, concepções, conceitos e conteúdos das totalidades de conhecimentos pautados no estudo, discussão e aprofundamento do projeto político pedagógico em curso na Secretaria de Estado da Educação e que contribuiu para elaboração final desta Proposta Pedagógica de EJA no Estado. Pautando-se em bases políticas e pedagógicas, os objetivos, os princípios e os referenciais teóricos da Educação Popular, Construtivismo Interacionista, Interdisciplinaridade e Avaliação Emancipatória, explorando certos limites dos PCN’s e das Diretrizes de EJA, proposta pelo MEC, para garantir as demandas, características da política e da ação social/educativa na esfera de ensino Estadual em Alagoas e sua expansão, a implantação do projeto do ideário de EJA sediará nas salas de aula, instância do “como fazer”, onde a experimentação das totalidades de conhecimento possa revelar uma organização curricular que trate as vivências escolares de forma crítica, democrática, libertadora e transformadora, seja na Rede Estadual de Ensino, seja na parceria com o movimento social, universidades, prefeituras, igrejas, entre outros atores sociais da sociedade civil.
MAPEAMENTO DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL
MATRIZ CURRICULAR ENSINO FUNDAMENTAL – EJA – 1º SEGMENTO
(1º AO 5º ANO)
|
ARÉAS DO CONHECIMENTO
|
1ª ETAPA
|
2ª ETAPA
|
3ª ETAPA
|
|||
|
CHS
|
CHA
|
CHS
|
CHA
|
CHS
|
CHA
|
|
|
1. Linguagens, Códigos e suas tecnologias (Língua Portuguesa, Educação Física e Arte) |
|
200h
|
|
200h
|
|
200h
|
|
2. Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias. |
|
200h
|
|
200h
|
|
200h
|
|
3. Ciências Humanas e suas tecnologias (História, Geografia e Ensino Religioso) |
|
200h
|
|
200h
|
|
200h
|
|
TOTAL
|
15h
|
600h
|
15h
|
600h
|
15h
|
600h
|
Distribuição dos tempos por carga horária nas disciplinas:
|
Carga Horária |
Tempos letivos de 50 mim |
Carga Horária |
Tempos letivos de 50 mim |
|
40h
|
48 aulas
|
160h
|
192 aulas
|
|
80h
|
96 aulas
|
200h
|
240 aulas
|
|
120h
|
144 aulas
|
-
|
-
|
MATRIZ CURRICULAR ENSINO FUNDAMENTAL – EJA – 2º SEGMENTO
(6º AO 9º ANO) – PRESENCIAL DIURNO
|
DISCIPLINAS
|
4ª ETAPA
|
5ªETAPA
|
||
|
CHS
|
CHA
|
CHS
|
CHA
|
|
|
1. Língua Portuguesa |
4
|
160
|
4
|
160
|
|
2. Inglês/Espanhol |
2
|
80
|
2
|
80
|
|
3. Arte |
1
|
40
|
1
|
40
|
|
4. Educação Física |
2
|
80
|
2
|
80
|
|
5. Matemática |
4
|
160
|
4
|
160
|
|
6. Ciências |
3
|
120
|
3
|
120
|
|
7. História |
2
|
80
|
2
|
80
|
|
8. Geografia |
2
|
80
|
2
|
80
|
|
9. Ensino Religioso * |
1
|
40
|
1
|
40
|
|
TOTAL |
21
|
840
|
21
|
840
|
Módulo-aula: 60 minutos
Legenda: CHS = Carga Horária Semanal e CHA = Carga Horária Anual
MATRIZ CURRICULAR ENSINO FUNDAMENTAL – EJA – 2º SEGMENTO
(6º AO 9º ANO) – PRESENCIAL NOTURNO
|
DISCIPLINAS
|
4ª ETAPA
|
5ªETAPA
|
6ª ETAPA
|
|||
|
CHS
|
CHA
|
CHS
|
CHA
|
CHS
|
CHA
|
|
|
1. Língua Portuguesa |
|
120
|
|
120
|
|
120
|
|
2. Inglês/Espanhol |
|
40
|
|
40
|
|
40
|
|
3. Arte |
|
40
|
|
40
|
|
40
|
|
4. Educação Física |
|
80
|
|
80
|
|
80
|
|
5. Matemática |
|
120
|
|
120
|
|
120
|
|
6. Ciências |
|
80
|
|
80
|
|
80
|
|
7. História |
|
80
|
|
80
|
|
80
|
|
8. Geografia |
|
40
|
|
40
|
|
40
|
|
9. Ensino Religioso * |
|
40
|
|
40
|
|
40
|
|
TOTAL |
15
|
640
|
15
|
640
|
15
|
640
|
Módulo-aula: 60 minutos
Legenda: CHS = Carga Horária Semanal e CHA = Carga Horária Anual
Distribuição dos tempos por carga horária nas disciplinas:
|
Carga Horária |
Tempos letivos de 50 mim |
Carga Horária |
Tempos letivos de 50 mim |
|
40h
|
48 aulas
|
160h
|
192 aulas
|
|
80h
|
96 aulas
|
200h
|
240 aulas
|
|
120h
|
144 aulas
|
-
|
-
|
MATRIZ CURRICULAR MÉDIO – EJA – PRESENCIAL DIURNO/NOTURNO
|
DISCIPLINAS
|
1ª ETAPA
|
2ªETAPA
|
||
|
CHS
|
CHA
|
CHS
|
CHA
|
|
|
1. Língua Portuguesa |
|
120
|
|
120
|
|
2. Língua Estrangeira |
|
40
|
|
40
|
|
3. Educação Física |
|
80
|
|
80
|
|
4. História |
|
40
|
|
40
|
|
5. Geografia |
|
40
|
|
40
|
|
6. Biologia |
|
40
|
|
40
|
|
7. Química |
|
40
|
|
40
|
|
8. Física |
|
40
|
|
40
|
|
9. Matemática |
|
80
|
|
80
|
|
10. Artes |
|
40
|
|
40
|
|
11. Fundamentos Sócio-Filosóficos |
|
40
|
|
40
|
|
TOTAL |
15
|
600h
|
15
|
600h
|
Legenda: CHS = Carga Horária Semanal e CHA = Carga Horária Anual
Distribuição dos tempos por carga horária nas disciplinas:
|
Carga Horária |
Tempos letivos de 50 mim |
Carga Horária |
Tempos letivos de 50 mim |
|
40h
|
48 aulas
|
160h
|
192 aulas
|
|
80h
|
96 aulas
|
200h
|
240 aulas
|
|
120h
|
144 aulas
|
-
|
-
|
Atendimento
A Proposta Pedagógica de Educação de Jovens e Adultos do Estado de Alagoas, visando garantir o Ensino Fundamental e Médio, tanto nos CEJA’s como em outras Escolas da Rede Estadual do Ensino e em parcerias com a sociedade civil, buscará diversificar ao máximo as oportunidades e as aprendizagens. Dessa forma garante o que preconiza a Lei de Diretrizes e Bases Da Educação LDB 9.394/96, no artigo 4º, inciso VII que a assegura como dever do Estado:
“Oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, com características e modalidades adequadas as suas necessidades e disponibilidades, garantindo aos que forem trabalhadores as condições de acesso e permanência na escola”.
Competências
a) Coordenar o processo de mobilização e participação das diversas redes, instituições e sociedade organizada na elaboração das políticas de educação de jovens e adultos no estado, de modo a garantir o atendimento às necessidades educacionais e as expectativas sociais;
b) Propor diretrizes gerais para a efetivação da educação de jovens
e adultos no estado de Alagoas, de modo a garantir o acesso dessa
população á escolarização, ás condições básicas de permanência e à qualidade da educação ofertada,
tomando como referência as metas e os padrões curriculares
pré-estabelecidos para a educação básica e educação de jovens e adultos e
a análise dos dados educacionais;
c) Articular-se comas redes públicas, privadas e comunitárias do estado para elaboração de orientações e materiais de apoio à implementação das políticas de educação de jovens e adultos nas diversas redes de ensino de Alagoas, articuladas ás políticas e diretrizes da educação básica;
d) Organizar e coordenar fóruns representativos das diversas redes de jovens e adultos no estado e da sociedade civil organizada para promover o controle sobre o processo de implantação das políticas dessa modalidade da educação básica e de avaliação dos resultados educacionais;
e) Definir diretrizes para implementação das políticas educacionais para os jovens e adultos privados de liberdade no estado;
f) Propor diretrizes para a implantação de propostas pedagógicas adequadas ao ensino no período noturno, respeitadas as peculiaridades, as necessidades do aluno-trabalhador e os padrões de qualidade da educação básica;
g) Propor diretrizes gerais para vinculação da formação acadêmica ao mundo do trabalho e à prática social no currículo da educação de jovens e adultos;
h) Elaborar documentos de orientação, aprofundamento e apoio ao processo de implementação das políticas da educação de jovens e adultos na prática pedagógica das instituições ofertantes no estado;
i) Propor indicadores e padrões de qualidade para a educação de jovens e adultos do Sistema Estadual de Educação;
j) Oferecer subsídios para a elaboração e implementação de processos de gestão democrática e planejamento da educação de jovens e adultos nas diversas redes do estado;
k) Propor diretrizes gerais para a formação continuada dosprofissionais da educação de jovens e adultos;
l)
Promover ações de incentivo à organização de grupos de estudos,
desenvolvimento de pesquisas educacionais para a especificidade
dessa categoria social e valorização de experiências significativas
para a ampliação do acesso, a garantia de permanência e a construção da qualidade dessa modalidade de ensino no estudo;
m) Propor formas de acompanhamento, monitoramento e avaliação da gestão do trabalho pedagógico da
educação de jovens e adultos, no sentido de auxiliar a implantação de
instrumentos e mecanismos de gestão do processo e também dos resultados;
n) Analisar os resultados da aprendizagem dos alunos da educação de jovens e adultos das diversas redes de ensino para identificar os aspectos a serem focalizados e reorientados na implantação das políticas educacionais;
o) Analisar os indicadores educacionais das diversas redes na efetivação das políticas da educação de jovens e adultos no que se refere á universalização do acesso, ás condições de permanência e à qualidade da educação ofertada para reorientação do processo de implantação;
p)
Propor diretrizes gerais para a implantação de projetos de iniciação á
pesquisa cientifica dos alunos nas instituições de educação de jovens e
adultos
q) Analisar e manifestar-se sobre programas e projetos pedagógicos relativas a educação de jovens e adultos que sejam de interesse e de aplicação no estado.
[1] Letramento aqui é entendido como estado ou condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultiva e exerce as práticas que usam a escrita (cf.Soares, Magda, 1999).
[2] Pesquisa realizada pela Ação Educativa (ONG com sede em São Paulo) e pelo Instituto Pedro Montenegro (fundação sem
fins lucrativos, mantido pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública –
IBOPE), no ano de 2000, com pessoas de 15 a 64 anos de idade.
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